sexta-feira, 27 de julho de 2012
Proprietário Moderno
Minhas aulas eram nas ruas observando,
e elas se estendiam até o fim do mês.
Semblantes sinceramente debochados
por um tempo todo gasto com assuntos de tv.
Fatídico relatório.
Alusões rasas e exemplos de circo;
a multidão vai a loucura.
Por que me roubam a opinião?
A grande questão que não se questiona.
Hoje o verdadeira proprietário,
luta pra poder ter sua opinião.
Proprietário moderno; vive num mundo paralelo.
Como água e óleo, que se juntam mas não se misturam,
convivem tantos nas cidades desastres.
E se vivemos num mundo de propriedades,
por que não se preserva e aguça a principal delas?
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Desabafo lúcido.
Quero agir na sua fonte;
aonde você não ousa encarar.
Quebrar essa carapaça atual errônea,
que tantos açoita, que não protege e só vicia.
Não que eu não acredite em você;
apenas não confio em ninguém.
Você me entende?
Se você se ver livre, me diz,
que eu me livro quando contigo.
Do contrário, não me digas o que pensas.
De fútil já me basta a televisão e todos os seus discípulos,
compartilhando tendências fajutas
sem formar sequer razão.
Siga na contramão e me encontrarás,
mas não necessariamente me reconhecerás.
Estou vestido apenas para a convivência.
Somos camaleões, nos adaptamos;
mas essências não mudam.
Se você não compactuar,
se não quiser ser global,
já seremos dois e eles, menos um.
aonde você não ousa encarar.
Quebrar essa carapaça atual errônea,que tantos açoita, que não protege e só vicia.
Não que eu não acredite em você;
apenas não confio em ninguém.
Você me entende?
Se você se ver livre, me diz,
que eu me livro quando contigo.
Do contrário, não me digas o que pensas.
De fútil já me basta a televisão e todos os seus discípulos,
compartilhando tendências fajutas
sem formar sequer razão.
Siga na contramão e me encontrarás,
mas não necessariamente me reconhecerás.
Estou vestido apenas para a convivência.
Somos camaleões, nos adaptamos;
mas essências não mudam.
Se você não compactuar,
se não quiser ser global,
já seremos dois e eles, menos um.
domingo, 27 de maio de 2012
Procura-se nome
Bem vindo ao clã dos homens.
A história não nos deixa fugir.
Perca seu tempo formulando teorias
E ensaie mais um de seus fracassos.
As montanhas estão ali; no mesmo lugar.
Fuja pra lá, se assim faça-o se encontrar.
Julgamentos não são necessários.
Afinal, também custo a acreditar...
Doutrinados desde cedo à uma lógica lógica;
Jogamos apenas com nossas hipóteses.
Meu corpo é um mero cobaia,
Que segue as rédias da minha interpretação.
Pisando sobre essa sociedade desconhecida,
Escorrego nas minhas falhas sensações.
A gente atira tantas flechas, e acerta tão poucas;
Me faz pensar; que ato burro de pensar.
Se meus olhos dessem lugar ao coração,
E com ele pudesse verdadeiramente enxergar,
Continuaria errante. Do contrário,
Não seria tão fácil persuadir a doce ingenuidadeterça-feira, 15 de maio de 2012
Morrer de fome
Minhas mãos estão feridas pelos dardos que atiro nas nuvens,
todo dia, pra ver se desfaço minhas ilusões.
Eu me rego desse banquete envenenado.
Me perco tentando desvendar a cor de um raio de sol,
que todo dia tento enxergar, só pra desfazer esse mito.
Eu me rego desse envenenado banquete .
Assim como os trabalhadores todo dia poderiam
escrever suas histórias em um livro,
essa história daria uma coleção.
Os mapas, as chuvas, as frentes se refizeram,
colapsando o meu mundo conhecido.
Eu mesmo, quase refiz a geografia.
Como um navegante que viaja meses, anos,
a terra firme me valia mais que ouro.
Certifiquei-me de ter, então, bases sólidas,
assim como meu pé sustenta meu corpo.
E andei...
Blefei comigo mesmo e por consequência,
cavei um lugar no cemitério que meu crânio abriga;
pras minhas paixões; pras minhas donzelas de ferro.
todo dia, pra ver se desfaço minhas ilusões.
Eu me rego desse banquete envenenado.
Me perco tentando desvendar a cor de um raio de sol,
que todo dia tento enxergar, só pra desfazer esse mito.
Eu me rego desse envenenado banquete .
Assim como os trabalhadores todo dia poderiam
escrever suas histórias em um livro,
essa história daria uma coleção.
Os mapas, as chuvas, as frentes se refizeram,
colapsando o meu mundo conhecido.
Eu mesmo, quase refiz a geografia.
Como um navegante que viaja meses, anos,
a terra firme me valia mais que ouro.
Certifiquei-me de ter, então, bases sólidas,
assim como meu pé sustenta meu corpo.
E andei...
Blefei comigo mesmo e por consequência,
cavei um lugar no cemitério que meu crânio abriga;
pras minhas paixões; pras minhas donzelas de ferro.
sábado, 7 de abril de 2012
Autonegligência
Ferem todo dia sua supremacia.
Invadem o labirinto da tua mente e
deixam vestígios no fundo dos teus olhos.
Você nunca se perguntou porquê se preocupa
mais com tua aparência do que com o que pensas?
Se ouvisses com que frequência reclamas
quando bons conselhos te tocam o ouvido...
De bom grado compartilhas as tendências e
por isso és a principal responsável por tua desimportância.
Quer dar assas à pedras e assim, continua batendo a cabeça.
Para e pensa, que você pode sair de mim.
Não enfeite apenas; use; reflita; se respeite.
Se nem sobre ti és soberana, como queres
demonstrar algo a alguém?
Seus argumentos ficam falhos, ralos e órfãos.
Invadem o labirinto da tua mente edeixam vestígios no fundo dos teus olhos.
Você nunca se perguntou porquê se preocupa
mais com tua aparência do que com o que pensas?
Se ouvisses com que frequência reclamas
quando bons conselhos te tocam o ouvido...
De bom grado compartilhas as tendências e
por isso és a principal responsável por tua desimportância.
Quer dar assas à pedras e assim, continua batendo a cabeça.
Para e pensa, que você pode sair de mim.
Não enfeite apenas; use; reflita; se respeite.
Se nem sobre ti és soberana, como queres
demonstrar algo a alguém?
Seus argumentos ficam falhos, ralos e órfãos.
sexta-feira, 30 de março de 2012
O triste passado ainda presente.
A sua maturidade se chocou com a porta;
logo ela que havia sido tão exaltada.
Não suportando as adversidades da vida,
preferiu abrir do que sofrer uma ferida.
Se valendo do tempo e de suas conclusões,
como robô; começou a se pragmatizar.
Enxergava não mais que uma légua e
decidiu que longo, o prazo não poderia ser.
Hoje corre pelos campos floridos do seu quintal,
com sorrisos largos e olhos profundos;
mas sempre olha pra trás,
como quem soubesse que esquecera algo.
logo ela que havia sido tão exaltada.
Não suportando as adversidades da vida,
preferiu abrir do que sofrer uma ferida.
Se valendo do tempo e de suas conclusões,
como robô; começou a se pragmatizar.
Enxergava não mais que uma légua e
decidiu que longo, o prazo não poderia ser.
Hoje corre pelos campos floridos do seu quintal,
com sorrisos largos e olhos profundos;
mas sempre olha pra trás,
como quem soubesse que esquecera algo.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Encruzilhada humana
Um homem na estrada
se depara com seu destino.
E os ventos que por ele passam,
apontam tantas direções.

O barulho mais singelo,
de um graveto se partindo,
em meio a tantas informações,
altera completamente os conceitos.
E agora se caminha com os ouvidos.
Os olhos se confundem nos caminhos cruzados.
Uma trilha porosa se constrói,
juntando sentidos e intuição.
O homem na estrada
se depara com o passado...
Tantas curvas nos caminhos,
que em círculos fantasiosos se ilude.
Brincando de achar antigas idéias,
não se sai do lugar.
O homem perdido na estrada,
se depara com a dúvida...
O homem sozinho na estrada,
é um dependente semi-incapaz.
se depara com seu destino.
E os ventos que por ele passam,
apontam tantas direções.

O barulho mais singelo,
de um graveto se partindo,
em meio a tantas informações,
altera completamente os conceitos.
E agora se caminha com os ouvidos.
Os olhos se confundem nos caminhos cruzados.
Uma trilha porosa se constrói,
juntando sentidos e intuição.
O homem na estrada
se depara com o passado...
Tantas curvas nos caminhos,
que em círculos fantasiosos se ilude.
Brincando de achar antigas idéias,
não se sai do lugar.
O homem perdido na estrada,
se depara com a dúvida...
O homem sozinho na estrada,
é um dependente semi-incapaz.
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